terça-feira, 22 de dezembro de 2009

BOAS FESTAS

Encontrei este video em meus arquivos e creio que sirva bem para esta época do ano!!! Tenham todos, meus amigos, leitores, entre outros um Santo Natal Cristão e um Ano Novo repleto de muita Paz e Sucesso.

video

sábado, 5 de dezembro de 2009

Suzane Von Richthofen é dissimulada, diz laudo técnico


(Segundo psicólogo, pessoa dissimulada esconde a verdade emocional. MP protocolou parecer contrário a sua transferência ao semiaberto.)

Um laudo criminológico elaborado por dois psiquiatras, dois psicólogos e uma assistente social indica que Suzane Von Richthofen, ré confessa do assassinato dos pais, é dissimulada. O Ministério Público de Taubaté protocolou na Justiça um parecer contrário à transferência da jovem ao regime semiaberto.

Segundo o psicólogo Gilberto Rodrigues, a pessoa dissimulada esconde a verdade emocional. “Quando ameaçado, toda essa bondade, esse carinho, ficam em segundo plano e ela age descontroladamente”, afirmou.

As opiniões dos autores do laudo, porém, diferem quanto à periculosidade de Suzane. Os psiquiatras concluíram que a acusada não tem doença mental que ofereça perigo; já a assistente social e os dois psicólogos foram contra a saída dela da prisão. Conforme parecer da penitenciária, Suzanne é considerada uma presa exemplar.

Tanto o laudo como o parecer haviam sido pedidos pelo promotor do caso, Paulo José de Palma. “Nós apreciamos não apenas o trabalho técnico, mas apreciamos os antecedentes dos crimes, a forma como os crimes foram cometidos, e o comportamento da executada após os delitos”, disse.

Após essa análise, o promotor afirma ser contra a transferência de Suzane para o regime o semiaberto.

Penitenciária

Condenada a 38 anos de prisão, Suzane está presa há quase seis anos. Funcionários da penitenciária onde ela cumpre pena disseram ao programa Fantástico, da TV Globo, que ela apresenta bom comportamento. “Não se envolve em nenhum problema dentro da cadeia, não é fofoqueira, não é nada. Tranquila, na dela. Trabalha todo dia, o dia inteiro e ajuda também em outras áreas quando é necessário”, revela.

O trabalho na fábrica de roupas da penitenciária contribui para reduzir a pena de Suzane. Nas contas da Justiça, ela já cumpriu um sexto da condenação, tempo mínimo para ter direito ao regime semiaberto. Mas para conseguir o benefício, Suzane ainda tem de passar por um outro teste: um laudo criminológico feito por técnicos do estado e um parecer do presídio com um relatório das pessoas que convivem com ela. (retirado do site G1)


Este texto foi postado para que nós, psicólogos, possamos refletir sobre a importância de nosso papel e de primarmos pela melhor formação dos profissionais da psicologia. Nossa formação tem que se adequar aos novos campos de atuação, pois a psicologia pode ajudar a manter longe da sociedade indivíduos que não têm como conviverem com outras pessoas, neste caso os dissimulados. Obviamente que também a psicologia serve para comprovar outros aspectos que podem favorecer o indivíduo.

O ofício do psicólogo hoje ultrapassa as fronteiras do setting terapêutico, podemos atuar em todos os lugares em que o ser humano também esteja, nosso foco é o comportamento.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

CARTAS ENTRE AMIGOS


Não entendo a tristeza como ausência de felicidade.
Acho que elas coexistem. Somos felizes e tristes. Felizes
porque tentamos entender a nossa missão. Tristes porque
assim tem de ser. A tristeza nos empresta respeito ao outro e
percepção mais aguçada da dor. Talvez tristeza seja ausência
de alegria, de riso fácil, não de felicidade.
Hoje é véspera de um outro dia qualquer e eu estou triste.
Acordei com saudade do meu pai. Tantas coisas aconteceram
em minha vida depois que ele se foi. Meu pai. Quando eu escrevi
a sua história como um presente em seu aniversário de 80 anos,
não tive dúvidas quanto ao título: Memórias de um Homem
Bom. Sua simplicidade falava-me de um Deus que mora na
ternura e que acolhe. Sua sabedoria falava-me de um Deus que
não julga, mas compreende; que não afasta, mas ama. Seu olhar
permitia-me viajar por aventuras ora corretas, ora necessárias
para a minha curiosidade. Caí algumas vezes. Mas eu sabia que
ele estava ali para qualquer arranhão mais doloroso. Ele não
está mais aqui comigo. Está em mim, porque trago muito do
que ele deixou. Mas não me abraça. Não sorri para mim. Não
me diz coisas que cicatrizem as minhas feridas. Tenho saudade
do meu pai, padre. Do seu colo, das suas cantigas amadoras, das
histórias recontadas de uma vida marcada pela dor. Meu pai
sofreu muito. E sem lamúrias. Minha fortaleza partiu para junto
de Deus. Eu entendo que estamos aqui de passagem. Tenho fé
de que há um outro porvir, um lindo céu, que nos aguarda, mas
isso não retira de mim a saudade que dói.

(trecho do livro "Cartas entre Amigos" de Gabriel Chalita e Padre Fábio de Melo)

Adorei ter entrado em contato com esta obra de grande espiritualidade e ensinamentos sobre a vida contemporânea, a vida é isso mesmo, um conjunto de fatos envolto em emoções sadias, doentias, mas sempre emoções precedidas de fatos. Precisamos entender qual o propósito de estar vivo, posto que todos estamos de passagem.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

SUS - 20 ANOS


Modelos de Atenção

Os modelos de atenção, propostos em nosso país, seguem normatização estabelecida a partir de novos rumos, paradigmas e olhares substitutivos aos modelos arcaicos e centralizados na hospitalização, baseados na saúde curativa. Importante, nesta reflexão, ressaltar que tal modelo contextualizado segue diretrizes históricas construído tijolo a tijolo na luta de tantos operários da saúde em nosso país.

A longa viagem de construção, apenas citando aspectos mais recentes, inicia-se na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde (1978), donde surge a Declaração de Alma-Ata, marco inicial da ruptura dos modelos arcaicos e translado para novos horizontes. Até a Conferência de Alma-Ata, modelos de atenção à saúde eram centrados em hospitais e na alta complexidade, ficando a atenção básica para segundo plano.

Somente com o início da municipalização dos serviços de saúde, nos anos 80, é que este modelo começa a ser alterado. O grande avanço deu-se, em nosso país, a partir da promulgação da constituição de 1988, batizada por Ulisses Guimarães de “Constituição Cidadã”, pois incorporou o compromisso com a dignidade da pessoa humana, bem como incorpora as grandes conquistas do bem estar. Assim sendo, iniciava-se o processo em que o protagonismo cidadão marca esta passagem histórica, oferecendo direitos aos trabalhadores, aos pobres, às minorias, aos mais fragilizados, ingressando toda a sociedade na senda da justiça social e dos valores de atenção. A atenção básica entrava, a partir de então, na agenda dos gestores dos municípios, denotando avanços progressivos das redes de atenção básica.

Sob esta égide nascia, há 20 anos o SUS, mais uma conquista da constituição cidadã de 1988, que têm como objeto fundamental a universalidade, a integralidade, a equidade, a descentralização e a hierarquização.

Modelos de atenção “têm sido definidos como combinações tecnológicas utilizadas pela organização dos serviços de saúde em determinados espaços-populações, incluindo ações sobre o ambiente, grupos populacionais, equipamentos comunitários e usuários de diferentes unidades prestadoras de serviços de saúde com distinta complexidade (postos, centros de saúde, hospitais, etc.)” (Paim, J. S.).

O olhar, desta forma, é direcionado a reunir os aspectos tecnológicos, os avanços das tecnologias, as novas formas de pensar os recursos humanos, oferecendo atendimento diferenciado, beirando o individualizado até certo ponto, promovendo o bem-estar da coletividade.

Reflexões em torno de modelos de atenção, precisam levar em consideração a trajetória sócio-histórica pela qual passou toda a reestruturação do sistema de saúde. Atualmente, como afirma Paim, oscilamos entre o modelo médico-assistencial privatista e o modelo assistencial sanitarista. Independente de qualquer questão, há necessidade de reconhecer-se a falência deste sistema para assumir-se a evolução proposta quando da implantação do SUS.

As demandas e solicitações de universalidade e integralidade propostas pelo SUS ampliaram-se e o momento é de refletir sobre a equidade, posto que as verdades do modelo instituído caem por terra e um novo modelo de atenção precisa ser instituído em substituição ao modelo assistencial simples.

Questões de promoção à saúde precisam estar a baila, deixando de lado o mal necessário obtido por meio de campanhas, pois criam retrocessos às políticas de saúde e humanização.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

De Salomé a Salomão, um retrato do amor em meu viver, crônica de um pensar em amor – por pura inspiração



Li, certa vez, um texto de Lou-Andreas Salomé, denominado “hino à morte”, ao qual sempre me refiro e lembro.


No dia em que eu estiver no meu leito de morte

Faísca que se apagou -,

Acaricia ainda uma vez meus cabelos

Com tua mão bem-amada

Antes que devolvam à terra

O que deve voltar à terra,

Pousa sobre minha boca que amaste

Ainda um beijo.

Mas não esqueças: no esquife estrangeiro

Eu só repouso em aparência

Porque em ti minha vida se refugiou

E agora sou toda tua.

Isso me faz refletir nas agruras do amor – e da morte. Lou-Andreas Salomé, nascera Louise von Salomé em San Petesburgo, era daquelas mulheres que encantava a todos. Filósofos, intelectuais, artistas, ou como lhe escrevera Freud um dia “você tem um olhar como se fosse Natal”. Fez, Lou Salomé, viva e apaixonada. Apaixonante viveu e apaixonou. Deixando-nos lições de amor.

Amando, sinto, morremos para a vida terrena e passamos a viver sob verdades absolutas de um firmamento existente somente no coração daquele que ama, de contentamento cheio de parcialidade e lirismo. A morte de tudo quanto acreditamos se consolida em nossas certezas, fazendo-as cair por terra. Vivemos. Simplesmente vivemos. Vivemos uma vida diferente e estranha, mas na morte de tudo quanto acreditamos é que buscamos por meio do amor e do amar novas verdades.

Verdades como a coerência. Verdades como a alegria. Verdades como a própria verdade, que nos invade e nos torna inteiros. Assim é amar, em minha reflexão simbólica de morte. Morremos, sim, morremos para crenças desacreditadas. Morremos para certezas incertas. Moremos para vidas sem vida.

Quem ama sabe que o olhar é como se Natal fosse todo dia. Quem ama sabe da existência da mais pura verdade de coração entremeado de alma. Entre silêncios e palavras há questões não ditas, porém entendidas entre os que amam. Amantes, dizem alguns autores dos que amam.

Encontrar o amor, em verdade, é ter o encontro com a morte do que fomos, sem amar, ou amor. Bom falar de amor, nos faz leves, em que pese o peso do amar com profundidade que, como tudo, tem seu preço. Em que pese o preço de amar em profundidade, posto que não há amor se não houver profundidade, a vida percorre cada entranha de nosso ser ao amarmos na certeza de nossas escolhas.

Escolhas. E o que são escolhas, se não o decretar a morte de certezas que não mais existem? Certezas que dão lugar a lugares de diferentes cores. Se há cor, há vida nova, como se a primavera enchesse-nos de flores e vida. Vida, princípio da morte.

Falar de amor, deixando de lado a morte, é falar de vida que engrandece o menor dos corações. Amor, que mesmo nas partidas, se vai junto ao peito e se esvai no peito. Amor de amantes e cheiros, de corpos e peles, de sensação e emoção. Pura emoção.

A certeza do amor em Salomé me faz crer, em possibilidades reais, na verdade da entrega e da busca, até um final, mesmo que não o saibamos. Amar faz cicatrizes em nosso peito e ser. Cicatrizes lembradas, dignamente, de momentos vívidos vividos, cicatrizes encontráveis. Cicatrizes como terceiras pernas, dito por Clarice Lispector em seu “A paixão”.

Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais. Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossibilitava de andar, mas que fazia de mim um tripé estável. Essa terceira perna eu perdi. E voltei a ser uma pessoa que nunca fui. Voltei a ter o que nunca tive: apenas as duas pernas. Sei que somente com duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontrável por mim mesma, e sem sequer precisar me procurar.

Peguei-me a pensar e questionar-me. Por que escrever sobre o amor, se tantos já o fizeram? Talvez pela certeza de que amar é ímpar, em qualquer um. Amar é inigualável e escrevê-lo, tanto quanto descrevê-lo, passa a ser infinitamente diferente, numa mescla de ocorrido, pensado, escrito e vivido.

Amar não é uma resposta, mas gera infindáveis perguntas de infindáveis respostas. Lugar comum dizer do amor em transformação, mas necessário dize-lo. Amor transforma. Enquanto não amamos nos encontramos, ao menos pensamos ser encontráveis. Amor desestabiliza e nos conduz à estabilidade, posto que amar é controverso, porém unidirecional. Olhamos para um mesmo lado, isto é amar.

Escrever sobre o amor e o amar como cartas de amor ridículas “mas, afinal, só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor é que são ridículas”, como disse Pessoa em seu Álvaro de Campos, o ridículo é não amar e, por conseguinte, não escrever sobre o amor.

Bom de amar é a leveza com a qual nos deparamos nos instantes mais ínfimos e íntimos de nossos dias. Amar todas às vezes como se fosse a última, na construção divina de amar sem preconceito nem conceito de nada, apenas amar, amor não tem conceito. “Existe muita loucura no amor, mas também existe muita razão na loucura”, ensinou Nietzsche.

E por que falar de Lou Salomé, em se tratar de amor? Porque a paixão de amar foi a tônica de vida de sua vida vivida entre amores e paixões de amor. Entre vidas e mortes de amores perdidos e escondidos. Porque vivemos de amores escondidos de nós mesmos, mas precisamos de liberdade de ser para amar, e amar na liberdade do ser. Porque amo com liberdade, mas precisei decretar a morte daquilo que me era uma terceira perna, arrancando de mim um membro inerte, para olhar novamente para mim inteiro, não um alijado de mim mesmo. Inteiro afinal. Amante e amado, em essência e consonância comigo mesmo.

Por que não falar de amor, se amo em verdade? Por que? A vida que não é examinada, não vale a pena ser vivida, decretou Sócrates, determinando a exatidão de examinarmos nossas vidas, fazendo valer a pena viver no amor e amar em vida. A vida, de quem ama, é contada em verso e prosa, da própria prosa de nossos versos interiores, em cores luminosas, fulgurantes.

Amar por decreto, por determinação. Por decreto e determinação na cristandade existente em cada um de nós, filhos que somos de um Deus de amor, ensinante de amor em seu filho enviado na disseminação do amor. A arte de amar na determinação de vida, divina vida, decretada e deitada em verso e prosa; prosa que o verso mostra em sapiência dos amores vividos vívidos nas lembranças. Amores que em cicatrizes nos fazem exultantes de amar a quem nos permite a liberdade de amar com amor.

Quando penso em meu amor, minha amada, me sinto invadido de Salomão, o rei, em seus cânticos a dizer que Teus lábios são como um fio de púrpura, e graciosa é tua boca. Tua face é como um pedaço de romã debaixo do teu véu; Teus lábios, ó esposa, destilam o mel; há mel e leite sob a tua língua. Aprendemos amar, amando, na admiração narcísica de nós mesmos, posto que nos encontros com o outro amado é que nos encontramos em nossas entranhas, por vezes estranhas. Na beleza de amar, na inconsciência de nós mesmos despertamos, por sermos despertados em olhar, mesmo sem nos darmos conta.

Difícil se torna a arte da escrita de amor, se não amamos. Hoje posso dizer que a escrita flui na arte de deitar em linhas tão somente fatos vívidos vividos neste amar presente, em que pese o futuro de nossas ações construídas tijolo a tijolo em nossos dias, mesmo em tempestades, que prenunciam bonanças em que possamos avistar as cores de um arco-íris que liga os potes de ouro em cada um de nossos corações.

Por que falar de amor, quando tantos já o fizeram? Porque amo e sou amado, na gentileza da vida que me propus a viver, em proposta mutua de vida, pactuada num ritual de bênçãos entre seres amados, nascido na manjedoura encravada no seio da família que me acolheu como a um presente em presença e espírito.

Assim, reconto a vida de amor, de meu presente, de presente, rumo ao futuro presente em minha expectativa de viver. - Levanta-te, vento do norte, vem tu, vento do sul. Sopra no meu jardim para que se espalhem os meus perfumes. Entre meu amado no seu jardim, prove-lhe os frutos deliciosos, mais uma vez num imperativo de Salomão, em que obedecemos por amar. E amo. E a amo.

domingo, 25 de outubro de 2009

A Fábula do Porco-Espinho

Durante a era glacial, muitos animais

morriam por causa do frio.

Os porcos-espinhos, percebendo a situação,

resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam

e se protegiam mutuamente; mas, os espinhos de cada
um feriam os companheiros mais próximos,

justamente os que ofereciam maior calor.
Por isso decidiram afastar-se uns dos outros

e voltaram a morrer congelados.


Então precisavam fazer uma escolha:

ou desapareceriam da Terra ou aceitavam
os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.

Aprenderam assim a conviver
com as pequenas feridas que a relação

com uma pessoa muito próxima podia causar,
já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram!

Moral da História:

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

BULLYING



O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.

sábado, 3 de outubro de 2009

SALVE GERAL - um excelente filme



Olha pessoal, vale a pena assistir a este filme, só para lembrar e refletir, é claro, que muitas vezes o julgamento do outro poderia ser melhor avaliado. Nunca sabemos os motivos reais que levam uma pessoa a fazer algo, mas vale a pena olhar e ponderar. Leiam a sinópse e podem ir assistir...

No Dia das Mães de 2006, a cidade de São Paulo está sitiada. Ataques a delegacias de polícia, ônibus incendiados, ameaças a shoppings, metrô e aeroportos. Quem lidera a ação é o Comando, uma poderosa organização criminosa.

No meio do caos está a viúva Lúcia, uma mulher simples de classe média, que passa por dificuldades financeiras e tem uma missão: tirar o filho adolescente da cadeia. Rafael, 18 anos, está preso por ter se envolvido num incidente que acabou em um assassinato.

Nas visitas ao filho na penitenciária, Lúcia conhece Ruiva, advogada do professor, líder do Comando. A empatia entre as duas é imediata e Ruiva começa a usar Lúcia em algumas missões ligadas à sua organização. Lúcia precisa de dinheiro e por isso vai aceitando os desafios, no limite entre a legalidade e o crime.

Paralelamente, o Comando vive uma acirrada luta interna de poder e ao mesmo tempo enfrenta o inimigo comum: o sistema penitenciário. A crise entre prisioneiros e o sistema carcerário se agrava e, numa demonstração de força, o governo transfere de uma só vez centenas de presos de alta periculosidade para presídios de segurança máxima do interior do Estado. A reação é imediata. O Comando envia seu códido: Salve Geral. E São Paulo vira um inferno.

Inspirado em fatos reais, "Salve Geral" conta uma história de ficção das mulheres por trás do Comando e mostra que quando a lei e a ética são postas em questão o que impera é a força.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Foi um grande prazer conhecer o Frei Rinaldo Stecanela que esteve em Bofete no último sábado.

sábado, 19 de setembro de 2009

Aqui foi o ponto máximo desta viagem a Buenos Aires, esta foto foi durante a minha conferência sobre educação para pais. Esta mesma palestra já foi assistida por mais de 2.000 pessoas por aqui. É fruto de todo um trabalho que tenho realizado ao longo destes 20 anos de vida profissional. Atualmente os pais estão e andam muito perdidos e esta palestra "Educar é a solução" foi desenvolvida para discutir com os pais o seu verdadeiro papel: o de pais! Fiquei muito feliz em poder realizar esta conferência por lá, principalmente num país onde se respira psicologia até nas mesas dos cafés e que é o país com o maior número de psicólogos. Por lá praticamente todo mundo faz análise.
Na bagagem, além da experiência trago novos convites para outras palestras. Tudo isso fruto do trabalho, do meu trabalho. Esta palestra foi ministrada para um público de intelectuais e interessados no tema, realizada no auditório da Federação para a Paz Universal, sede Argentina. Vale dizer que sou Embaixador para a Paz Universal, título a mim conferido pela Federação.

Neste momento estava realizando um sonho e dando uma entrevista em Buenos Aires, hablando en castellano. Ao meu lado esquerdo está María Susana Acuña, responsável pelo convite da palestra, a quem muito agradeço (na foto também estão minha esposa Lilian, Alzira, tradutora que nos acompanhou para emergências e Marilla que produziu o programa e nos entrevistou antes da palestra)

domingo, 13 de setembro de 2009

Al fondo la Casa Rosada, sede de gobierno argentino, aqui trabaja Cristina! Aquí, todo acontece. Estoy muy feliz por estar aqui.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

BUENOS AIRES

En la próxima semana estaré en Buenos Aires realizando una conferencia para los hermanos Argentinos. Será una charla respecto las famílias, hijos, costumbres y otras cosas más. Será la realización de un sueño. Después, cuando regresar, contaré un poco de la experiencia.
Hasta breve y saludos mis amigos y compañeros de este blog.

domingo, 30 de agosto de 2009

FELICIDADE

Os pais podem dar alegria e satisfação para um filho,
mas não há como lhe dar felicidade.

Os pais podem aliviar sofrimentos enchendo-os de presentes,
mas não há como lhe comprar felicidade.

Os pais podem ser muito bem-sucedidos e felizes,
mas não há como lhe emprestar feliciade.

Mas os pais podem aos filhos
Dar muito amor, carinho, respeito,
Ensinar tolerância, solidariedde e cidadania,
Exigir reciprocidade, disciplina e religiosidade
Reforçar a ética e a preservação da Terra.

Pois é de tudo isso que se compôe a auto-estima.
É sobre a auto-estima que repousa a alma,
E é nesta paz que reside a felicidade.

(Dr. Içami Tiba)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

PERGUNTA-SE...




Num congresso sobre vida sustentável a pergunta vencedora foi...


"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...


Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

domingo, 9 de agosto de 2009

LEI ANTI-FUMO

video

Na última semana entrou em vigor a lei anti-fumo, que regulamenta os locais onde se pode fumar e, principalmente, onde não se deve. Recebi este video, bem interessante, mas quem vai mesmo entender, gostar e relembrar são aqueles que foram adolescentes e jovens na década de 80.

domingo, 2 de agosto de 2009

SINOPSE E REFLEXÃO


"Pedro (Selton Mello) acreditava no casamento, mas foi abandonado pela esposa. Após três meses de depressão e isolamento, ele ouve batidas na sua porta. É a mulher mais linda do mundo pedindo uma xícara de açúcar: Amanda (Luana Piovani), sua vizinha. Pedro se apaixona por aquela mulher perfeita, carinhosa, sensível, inteligente, uma amante ardente que gosta de futebol e não é ciumenta. Seu único defeito era não existir."

Um filme simples, mas de uma reflexão intensa e profunda sobre o amor e o amar. Todos temos ideais de felicidade, de companhia, de relacionamento e o importante é acreditarmos nas possibilidades de tornar o ideal real. O filme mostra a sensibilidade necessária para obtermos o amor de nós mesmos, por nós mesmos, para que possamos reconhecer no outro, que existe, a nossa própria existência enquanto ser pronto para amar.
Não existe par ideal, o que existem são pessoas dispotas a um relacionamento em que seja possível mostrar o que somos e podermos, isso sim, nos relacionarmos com o desejo de estar ao lado de quem amamos. O romantismo pode estar presente em nossas vidas, por todo o tempo, para isso é preciso que abramos o coração e nos deixemos levar pela deliciosa sensação de amar.
Vá ver o filme e apaixone-se também!!!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

ANIVERSÁRIO











Hoje o Falando Nisso faz aniversário, é o 4º ano de muita informação e conversas com o ouvinte da Criativa FM. Aliás, por falar em Criativa... é a grande parceira do Falando Nisso, sem contar a força que tenho deles todos. Vai aqui o meu agradecimento a todos os amigos da rádio, especialmente ao Anderson França e a Carol Galvani, parceiros e produtores do programa. O Falando Nisso se mantém, ao longo destes anos, na busca de levar a melhor informação aos ouvintes, com muita seriedade, descontração e responsabilidade.
MUITO OBRIGADO, ouvinte Criativa FM, a você o nosso agradecimento mais especial, pois sem a sua participação nada disso seria possível !!!
(na foto Mateus, Adrielli e eu)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

MOMENTO DE INSPIRAÇÃO



Senhor,
fazei com que eu pense antes de agir e,
quando agir,
somente o faça com a certeza de quem pensou e se inspirou;
Senhor,
fazei com que eu busque a Tua inspiraçao diária
para agir com a clareza de quem pensou antes de agir;
Senhor,
fazei com que eu possa sempre trilhar os bons caminhos
e ofereça sempre às pessoas o melhor de mim;
Senhor,
fazei com que eu possa oferecer o melhor de mim
tendo como recompensa a paz interior;
Senhor,
fazei com que eu leve a tantos quanto possa,
oferecendo o que intuí a dar,
ou fui inspirado a dar;
Senhor,
fazei com que minha alma sempre encontre repouso em Teus braços
e que eu seja guiado ao caminho certo;
Senhor,
fazei com que eu possa sempre me inspirar com sabedoria,
utilizando a eterna fonte do saber que brota do coração.

domingo, 19 de julho de 2009



"Se amas teu filho...
Responda-lhe, não o informe.
Ajude-o, não o bloqueie.
Abriga-o, não o sufoque.
Ame-o, não o idolatre.
Acompanhe-o, não o carregue.
Mostra-lhe o perigo, não o aterrorize.
Acredite em suas esperanças, não o desencante.
Não exija que seja o melhor, peça-lhe que seja bom, e dá-lhe o seu exemplo.
Rodeie-o de amor, não o isole.
Não lhe ensine a SER, mas aja como quer que ele seja.
Lembre-se que seu filho não te escuta, mas sim te observa.
E finalmente, qando se quebra a gaiola do canário, não compre outra gaiola, mas lhe ensine a viver sem porta."

Ser pai é ter a possibilidade de realizar algo de importante na vida, é uma missão das mais árduas, mas vale a pena quando nos deparamos com o ser digno que formamos. O que podemos fazer, sempre, é praticar diariamente, pois eles não veem com manual de instruções, mas mesmo que viessem... Quem é que lê manual de instruções?

(o texto entre aspas é um recorte de um livro sobre Florais de Carmen Monari e a foto é de um seriado da década de 50 chamado Papai sabe tudo)

sábado, 27 de junho de 2009

REFLEXÃO PARA UM FINAL DE SEMANA CHUVOSO





Dra. Carmen Monari

"A maior sabedoria da vida é aprender a viver o presente, transformando o passado através do entendimento, e abrindo o horizonte para o futuro através de um viver do nosso Eu consciente iluminado por sua Consciência Divina em todos os passos de seu caminho."

terça-feira, 23 de junho de 2009




"A vida não espera de nós sacrifícios inatingíveis, ela apenas pede que façamos nossa jornada com alegria em nosso Coração e sejamos uma benção para todos aqueles que nos rodeiam. Assim, se fizermos um mundo melhor com a nossa visita, estaremos cumprindo com a nossa Missão."

(Dr. Edward Bach)

sexta-feira, 19 de junho de 2009

CINEMA NO DIVÃ


Ontem estive, como muitas pessoas estiveram, no auditório da Unimed Botucatu para participar de mais uma sessão do CINEMA NO DIVÃ, mas não consegui entrar. Fiquei feliz pelas amigas Neide Aoki, Neuci Gallazzi e Ana Lúcia Gonçalves, o evento está concorrido, por elas serem experts em análise de filmes sob o olhar da psicanálise.

Hoje, logo pela manhã, conversei com a Neide e já estou sabendo que irão reorganizar para ninguém mais perder a excelente oportunidade de participar das reflexões sobre os filmes. Ela me explicou que são só 108 lugares no auditório, por isso não deu prá todo mundo entrar, mas vão melhorar. Não desista, na terceira quinta-feira de julho (16/07) vai ter outra sessão, com outro filme, vou chegar mais cedo prá não perder, pode ser que tenha até 2ª sessão.

Assim que tiver outra novidade, volto e conto prá vocês. Enquanto isso, aproveite esta sexta-feira, noite fria, passe na locadora, pegue um bom filme, um fondue e vá prá casa fazer a sua sessão com a pessoa amada...

domingo, 7 de junho de 2009

MOTIVAÇÃO





Por estes dias andei ministrando algumas palestras (no SESI sobre violência entre os jovens, no Educandário Joana de Angelis sobre câncer de mama e na Secretaria de Saúde de Itaí e na Staroup sobre motivação), claro que sempre paro e reflito. Reflito sobre minha motivação, os meus motivos.
Você já se perguntou quais os motivos que levam você a agir? Motivos para a ação, esta é a motivação e cada um tem que buscar a sua. Não adianta nada acreditarmos nas coisas que estão do lado de fora e esquecermos daquilo que carregamos dentro de nós.
Acreditar em si mesmo, ter aquela força interior para realizar e ousar todos os dias, isto é sentir-se motivado. Acredito, sempre, que cada um de nós pode oferecer algo de diferente todos os dias, mas é preciso levantar e perceber o que o motiva a realizar.
Então, aproveite hoje para refletir e se perguntar: Quais motivos tenho para a ação? Vamos lá, saia da mesmice e faça cada dia diferente do outro, acredite, todos somos capazes.

domingo, 24 de maio de 2009





Onde você acha que foi tirada esta foto? Parece a beira mar numa praia do nordeste, ou algo parecido... Não, não é, esta foto foi tirada num resort maravilhoso chamado Dois Santos que fica bem próximo a Botucatu, em Porto Feliz, vale a pena conferir em http://www.doissantos.com.br/.


Fui lá para uma Fórum de Saúde Pública. Muitíssimo interessante, com discussões bem pertinentes e envolventes sobre o que alguns municípios de nossa região estão fazendo na esfera específica da saúde.


Mantenha sempre acesa a chama da vida, mantenha sempre acesa a vontade de viver, mantenha sempre acesa a necessidade de ousar todos os dias...

sexta-feira, 15 de maio de 2009

LEMBRANÇAS, MEMÓRIA

Todos os fatos de nossa vida devem ser preservados, eles são a nossa história. Fazem parte de tudo o que somos, nada deve ser jogado fora, neste sentido. A história preservada por meio de nossa memória cria possibilidades de sermos e crescermos.
Memória rápida, de curto prazo, de longo prazo, individual, coletiva, afetiva, seletiva, são todas memórias importantes e devem ser preservadas.

SE O DIA É DOS NAMORADOS A NOITE É DOS SOLTEIROS


Fique atento para a 2a. edição da festa dos solteiros, ligue e cadastre-se no Falando Nisso e concorra a convites para esta super festa da galera jovem. 13 de junho... Muita música, alegria, descontração.

segunda-feira, 11 de maio de 2009



Aproveitei a estada em Brasília e fui até o memorial JK, mas estava fechado, como não pude visitar o memorial tirei uma foto com o homem que mudou a história do Planalto Central (na foto JK, dona Sarah e eu).

BRASÍLIA




Bem, hoje estou na Capital Federal. Acabo de voltar de um city tour, coisa de turista aloprado que sai a noite para ver os pontos turísticos, ver apenas, e tirar umas fotos, of course. Esta aí é em frente a maravilhosa Catedral Metropolitana. Andando por aqui, centro do poder de nosso país, me senti caminhando por uma exposição a céu aberto. Realmente o Niemayer foi muito inspirado e o JK um dos maiores visionários de nosso tempo.
Bem, como não vim passear e sim a trabalho, mãos à obra. Estou aqui fazendo um curso de Gestão em Saúde Municipal, muito interessante, assim poderei auxiliar ainda mais a saúde do município onde sou diretor municipal de saúde.

domingo, 10 de maio de 2009

VALE A PENA VER


Havia lido o livro Divã, da Martha Medeiros, há algum tempo. Sensacional, indiquei e emprestei para um montão de gente. Ontem fui ver a versão cinematográfica com direção de José Alvarenga do filme homônimo. Sensacional, também. Tudo está perfeito no filme. Vi poucos filmes tão bem adaptados como este. Simples e denso, coloquial e profundo, tudo sem perder o tom.
Para nós, psicólogos, uma lição de como um processo terapeutico pode ser interessante; para nós, que somos humanos, para os estudantes de psicologia, um aprendizado... "uma terapia de grupo"(frase da personagem principal do filme, Mercedes).
Vai assistir? Então realmente prepare-se para uma terapia de grupo. Você vai gostar, além de se divertir a beça.
Prepare-se, você vai se ver em muitas cenas e muitos diálogos. É irritante como somos todos iguais, ou bem parecidos. Nossas vidas são tão previsíveis. Como é bom ver que todos precisamos mudar.
Abaixo vai um depoimento da atriz Lilia Cabral que transcrevi do site dO Globo.

"Acão!! O meu pensamento corre até 2003, quando decidi adaptar "Divã" para o teatro. Agora estamos em 2008 e "Divã" já está na lata, virou filme.
Ensaiando!
O Alvarenga, diretor, fala: — O tom é mais intimista, mais coloquial, devem ter mais ritmo, as falas, sem perder a verdade. Lembre-se que a tela é enooooorme. Tento novamente, afinal, de cinema conheço muito pouco.
Ensaiando!
— Isso Lilia, bem melhor, vamos rodar.
Rodar????
Acão!
— Ótimo, Lilia. Ótimo! Eu já acertei? Está tudo como ele pediu? Vou ver na revisão e estão todos muito felizes, já preparando tudo para a próxima seqüência. E lá vou eu, trocar de roupa, de cabelo, de maquiagem, vaidosa e insegura ao mesmo tempo. Os dias seguem, e eu já sinto algumas diferencas: olho pra luz com naturalidade, fico à vontade dentro do cenário, o Alvarenga tira todos os vícios de televisão, e eu obedeço, claro, porque percebo que somos cheios de vícios... Volto para 2004 e lembro dos meus ensaios da peça. Eu usando o Neco (Ernesto Píccolo) como analista de verdade, falando o texto como se eu estivesse dentro do consultório, só pra ele. Chego à conclusão de que eu jamais faria no cinema um personagem tão versátil, se não tivesse tido a experiência, que eu tive durante três anos, com o espetáculo. Concluo que o filme deu vida para história que eu contei, e se ela não tivesse sido inventada, eu não teria contado. Não há diferenca, há possibilidade. E eu passei por todas, feliz da vida. Beijos, Lilia."

Agora vai lá assistir, depois volta aqui e faça o seu depoimento.