domingo, 2 de junho de 2013
EM SENDO MÃE...
domingo, 5 de maio de 2013
ENFERMAGEM E PROSTITUIÇÃO
domingo, 19 de agosto de 2012
REFLEXÕES
Estava assistindo alguns episódios da série Jonny Quest, temporada de 1964 e 1965 e notei algo curioso. Praticamente não aparecem mulheres no seriado e a amizade do Dr. Quest com o Roger lembra muito um casal homo afetivo. Dr. Quest, assim como a maioria dos homens que aparecem, sempre bem vestidos em ternos bem cortados e gravatas, já o Roger, agente protetor da família Quest, sempre trajando roupas fashion. Não obstante, há até mesmo um garoto adotado pelo Dr., o Radji (uma alusão aos fatos por vir?). Interessante refletir como as relações homo afetivas, por assim dizer, sempre apareceram de maneira subliminar nos seriados norte americanos da década de 60 (lembram do Batman e Robin?, já escrevi sobre isso aqui em algum momento), de maneira sutil me parece que já havia um questionamento sobre a sociedade tão fechada e recoberta de "moralismo". Acho que vale a pena refletir e observar, é apenas um olhar, pois os seriados funcionam, creio, como uma espécie de contos de fadas moderno, nos quais há sempre uma reflexão como pano de fundo e algum tipo de informação sendo passada.
domingo, 12 de agosto de 2012
DEPOIS DE TANTO TEMPO... RESOLVI ESCREVER
segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Além de seus conhecimentos de medicina, também era exímio conhecedor de música, era caçador, conhecia as plantas medicinais e cirurgia. Era amigo dos heróis, além de educador de muitos deles. Pode-se dizer que Quíron foi o mais antigo professor na mitologia e de mitologia grega.
Certa vez foi atingido acidentalmente por uma flecha envenenada, em uma batalha do herói Héracles. A flecha produzia feridas incuráveis, sofrendo Quíron de dores horríveis e nem mesmo seus conhecimentos de medicina conseguiam curar as suas próprias feridas. As dores e seu desespero eram tamanhos que o Quíron renunciou a sua imortalidade, conseguindo, então, morrer, escapando do sofrimento terrível.”
Este é o mito do curador ferido, aquele que cura as feridas dos outros, mas, no entanto, não consegue curar as próprias feridas. O Quíron é o arquétipo do psicólogo, conseguindo curar as feridas dos outros, sem conseguir curar as próprias dores psíquicas. Assim somos nós, psicólogos ao olhar os outros, ajudando a tantos quantos nos procuram e nem sempre conseguindo olhar e resolver nossas próprias dores.
Hoje fui assistir ao filme "O Palhaço", do Selton Mello, aliás fantástico, me fez lembrar do Quíron. Ele é uma espécie de Quíron, fazendo rir, mas esperando quem o faça rir, quem cure as suas dores e tristezas. De certa forma, "O Palhaço", pode ser interpretado como o papel do psicólogo, que faz "rir", mas que nem sempre consegue rir, necessitando de outros que o façam rir, que o façam feliz.
domingo, 23 de outubro de 2011
ATÉ QUANDO?

sábado, 10 de setembro de 2011
AH, QUANTO TRABALHO!!!
domingo, 31 de julho de 2011
MUITO INTERESSANTE...
Recebi, de minha mãezinha querida, o texto abaixo e resolvi compartilhar para reflexão de todos nós. Acrescentando que a geração que recebeu este tipo de educação, a qual me incluo, não carregava traumas e nem a delinquência no sangue. A geração que recebeu este tipo de educação se drogava muito menos, porque droga era coisa de bandido e costumávamos nos afastar daqueles que a usavam. Respeitavam os pais, a família, os professores, a sociedade, pois aqueles que assim não agiam eram marginalizados pelos outros. Olhavamos o mundo com vontade de conquistá-lo, não de destruí-lo. Tinha-se uma educação rígida, sim, mas aprendia-se a respeitar os valores e éramos politicamente corretos também, basta olhar a diferença existente entre hoje e ontem. Poso garantir que também fomos felizes, aliás posso afirmar que fomos felizes, o que não acredito que as pessoas hoje sejam realmente felizes. Quantas são as pessoas que você conhece, com menos de 25 anos, que estão sofrendo de depressão? E as que se perderam no meio do caminho? E as que estão morrendo de overdose de prazer imediato? Avalie, reflita, repasse se achar que é importante. Saudosismos a parte, sou do tempo em que uma afronta era ir sem uniforme à escola.Ensinamentos das MÃES DE ANTIGAMENTE:
Pra lembrar e rir. Coisas que nossas mães diziam e faziam...
Era uma forma de educar, hoje condenada pelos educadores e psicólogos, mas funcionou com a gente e por isso não saímos sequestrando a namorada, calculando a morte dos pais, ajudando bandido a sequestrar a mãe, não nos aproveitamos dos outros, não pegamos o que não é nosso, nem matamos os outros por aí, etc...
Minha mãe me ensinou a VALORIZAR UM SORRISO...
"ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!"
Minha mãe me ensinou a RETIDÃO.
"EU TE AJEITO NEM QUE SEJA NA PANCADA!"
Minha mãe me ensinou a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS.
"SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA! ACABEI DE LIMPAR A CASA!"
Minha mãe me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA...
PORQUE EU DIGO QUE SIM E PONTO FINAL! QUEM FAZ AS REGRAS AQUI SOU EU! O DIA QUE VOCÊ TIVER A SUA CASA, VOCÊ FAZ AS SUAS."
Minha mãe me ensinou o que é MOTIVAÇÃO...
"VAI CHORAR? VAI CHORAR? PERAÍ QUE EU VOU TE DAR MOTIVO PARA CHORAR!"
Minha mãe me ensinou a CONTRADIÇÃO...
"FECHA A BOCA E COME!"
Minha mãe me ensinou sobre ANTECIPAÇÃO...
"ESPERA SÓ ATÉ SEU PAI CHEGAR EM CASA!"
Minha mãe me ensinou sobre PACIÊNCIA...
"ESPERA. QUANDO CHEGARMOS EM CASA VOCÊ VAI VER SÓ..."
Minha mãe me ensinou a ENFRENTAR OS DESAFIOS...
"OLHE PARA MIM! ME RESPONDA QUANDO EU TE FIZER UMA PERGUNTA!"
Minha mãe me ensinou sobre RACIOCÍNIO LÓGICO.....
"SE VOCÊ CAIR DESSA ÁRVORE VAI QUEBRAR O PESCOÇO E EU VOU TE DAR UMA SURRA!"
Minha mãe me ensinou sobre o REINO ANIMAL.....
"SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS VERDURAS, OS BICHOS DA SUA BARRIGA VÃO COMER VOCÊ!"
Minha mãe me ensinou sobre GENÉTICA...
"VOCÊ É IGUALZINHO AO SEU PAI!"
Minha mãe me ensinou sobre minhas RAÍZES...
"TÁ PENSANDO QUE NASCEU DE FAMÍLIA RICA É?"
Minha mãe me ensinou sobre a SABEDORIA TRAZIDA COM A IDADE...
"QUANDO VOCÊ TIVER A MINHA IDADE, VOCÊ VAI ENTENDER."
Minha mãe me ensinou sobre JUSTIÇA...
"UM DIA VOCÊ TERÁ SEUS FILHOS, E EU ESPERO QUE ELES FAÇAM PRA VOCÊ O MESMO QUE VOCÊ FAZ PRA MIM! AÍ VOCÊ VAI VER O QUE É BOM!"
Minha mãe me ensinou sobre RELIGIÃO...
"MELHOR PEDIR A DEUS PRA QUE ESSA MANCHA SAIA DO TAPETE! SENÃO, VAI AJOELHAR NO MILHO E PEDIR POR UM MILAGRE!
Minha mãe me ensinou o BEIJO DE ESQUIMÓ...
"SE RABISCAR DE NOVO, EU ESFREGO SEU NARIZ NA PAREDE!"
Minha mãe me ensinou CONTORCIONISMO.
"OLHA SÓ ESSA ORELHA! QUE NOJO!"
Minha mãe me ensinou DETERMINAÇÃO...-.
"VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TODA A COMIDA!"
Minha mãe me ensinou habilidades comoVENTRÍLOQUO...
"NÃO RESMUNGUE! CALE ESSA BOCA E ME DIGA POR QUE É QUE VOCÊ FEZ ISSO?"
Minha mãe me ensinou a SER OBJETIVO...
"EU TE AJEITO NUMA PANCADA SÓ!"
Minha mãe me ensinou a ESCUTAR ...
"SE VOCÊ NÃO BAIXAR O VOLUME, EU VOU AÍ E QUEBRO ESSE RÁDIO!"
Minha mãe me ensinou a TER GOSTO PELOS ESTUDOS..
"SE EU FOR AÍ E VOCÊ NÃO TIVER TERMINADO ESSA LIÇÃO, VOCÊ JÁ SABE!..."
Minha mãe me ajudou na COORDENAÇÃO MOTORA...
"JUNTA AGORA ESSES BRINQUEDOS!! PEGA UM POR UM!!"
Minha mãe me ensinou os NÚMEROS...
"VOU CONTAR ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER VOCÊ LEVA UMA SURRA!"
quinta-feira, 28 de julho de 2011
OLHA A CABELEIRA DO ZEZÉ

Faz tempo não escrevo aqui. Fim de semestre letivo, depois férias, repouso, a seguir... preparo para o novo semestre, na 2ª estamos de volta. Nem estava pensando em escrever hoje, mas...
País doido esse nosso, e com preocupações tão esdrúxulas. Acabo de ver que na Bahia está tramitando um projeto de lei para impedir os conjuntos que tem em seu repertório letras ofensivas às mulheres, se aprovada a lei impedirá que estes grupos se apresentem em eventos oficiais.
Certamente não sou a favor de qualquer atitude que desfavoreça essa ou aquela pessoa, nem que se propague a violência, mas pra tudo tem que ter limite. Educação vem de berço, já diziam nossas avós e sinceramente não creio que alguém vá desrespeitar uma pessoa por conta de uma música.
Aliás, por falar em educação, e se proibíssemos salto alto, maquiagem, acessórios e roupas que erotizem as crianças? E se as mulheres deixassem de fazer papel de “mulher objeto” nas propagandas de cerveja?
Xiii, acabei de me lembrar dos carnavais de outrora e suas memoráveis marchinhas... Será que também serão proibidas?
“Olha a cabeleira do Zezé, será que ele é, será que ele é...”
Será que algum grupo de homossexuais também vai impedir essa marchinha?
(Cabeleira do Zezé é uma marchinha de Carnaval de João Kelly e Roberto Faissal, um dos grandes sucessos nos carnavais de tempos atrás)
domingo, 19 de junho de 2011
POLÊMICA E DROGAS

Dia destes houve, em São Paulo, uma tal “marcha pela liberdade de expressão”, forma escolhida para se propor a liberação da maconha. Mas como liberar uma droga que tanto mal faz à sociedade? Dizem os apologistas de plantão que “a maconha não faz mal” ou que “não vicia”. Argumentos frágeis diante de tantos estudos que comprovam o óbvio prejuízo que esta, além de outras drogas, trazem ao ser humano. Atendi, em minha vida profissional, muitos usuários de cocaína e crack, todos começaram com a “inocente e inofensiva” maconha. Nunca atendi um dependente químico se quer que não tivesse começado pela maconha.
O pseudo movimento pela liberdade de expressão, na verdade carrega a bandeira da liberalização do livre consumo da maconha, afirmando que poderia ser taxada e impostos recolhidos, não levando em consideração as consequências drásticas. Certamente estes impostos poderiam ser utilizados, depois, no tratamento aos problemas de saúde pública que tal ato geraria, por exemplo.
Pensemos um pouco, sobre a liberdade de expressão. Imaginemos os que não gostam de negros, ou afro-descendentes, os que não toleram homossexuais, nem relações homoafetivas, ou até mesmo os adeptos da pedofilia, todos poderiam participar da tal marcha pela liberdade de expressão sem, contudo, fazer apologia a crimes hediondos.
Atitudes como a de acreditar na “inocência” destas marchas, levam-nos a perceber a fragilidade da liberação de expressão. Aliás ninguém é livre, num estado democrático de direito, para expressar totalmente suas ideias sem esbarrar em algum dispositivo legal. Crime é crime, droga é droga.
Ainda sou do tempo em que apologia ao crime, também é crime, mas os participantes da tal passeata dizem que não se trata disso, apenas buscam liberdade para falar sobre o assunto. Discutível questão de ponto de vista, posto que podemos camuflar outros crimes em nome da liberdade de expressão.
A discussão sobre a liberalização do livre consumo da maconha é de uma fragilidade científica, moral e legal que dá até dó. Esta semana assisti a uma mesa redonda entre o diretor de cinema Fernando G. Andrade e o especialista em tratamento de dependentes químicos Ronaldo Laranjeira, comandada pela jornalista Mônica Waldvogel e percebi que os argumentos, oferecidos pelo aprendiz de cineasta, pela liberação são pífios, frágeis, sem consistência.
Está atrasada a discussão, isso sim, do que fazer para combater o uso das drogas, liberar não é a meu ver, e de muitos especialistas, a forma mais adequada.
É hora de repensar algumas formas de liberdade para não entrarmos num Estado anárquico!!!
domingo, 12 de junho de 2011
FELIZ DIA DOS NAMORADOS

domingo, 5 de junho de 2011
HISTÓRIAS DA VIDA

Dia destes alguém me abordou com uma questão interessante, resolvi comentar por aqui, assim a conversa não se perde e outros poderão refletir.
Relacionamento afetivo é sempre muito difícil de discutir, nem sempre as pessoas estão preparadas para ouvir respostas, mas querem ouvir o que querem ouvir. A questão levantada era sobre o passado da outra parte do relacionamento. Dizia minha interpeladora sobre a vida pregressa de seu atual boy friend, segunda ela havia a possibilidade dele ter se relacionado com homem. Não vou entrar em mais detalhes, não gostaria de constranger ninguém, mas vamos pensar em algumas questões. Ah, ele nega!
A primeira questão é sobre a desconfiança. Relacionamento em que não há confiança, não há relacionamento verdadeiro. Se há necessidade de “vasculhar” a vida do outro para saber o que houve no passado, além daquilo que é dito, não há confiança. Também não quero aqui fazer apologia à confiança ampla, geral e irrestrita, mas confiar é confiar.
Outro fator me parece importante pensar das relações em geral. Há mesmo a necessidade de expor tudo quanto se passou anteriormente? Questionável isso! Acredito que cada um de nós tenha o direito a reservar fatos de sua história, sem querer abrir para quem quer que seja. Alguns poderão dizer, do caso específico, que ele não quer contar por envergonhar-se de seu passado, como me disse a interlocutora, ávida de um julgamento.
Não acredito desta forma. Creio, isso sim, na possibilidade de o outro não querer ser julgado. Na possibilidade de ser o fato em questão verdadeiro, qual o problema em ter tido ele relações com outro homem? Alguém por acaso fica preocupado quanto a relações anteriores se forem hetero? A sexualidade de cada um só diz respeito ao próprio indivíduo, desde que, obviamente, não se tenha nenhum comportamento promíscuo.
Por falar em promiscuidade, parece que há uma regra que toda relação não heterossexual (homo ou bissexual) seja promíscua. Quantos heterossexuais você, meu leitor, conhece que saem com tantos quantos aparecerem? Então a tal questão passa a ser preconceituosa.
Outro fato me ocorre, a necessidade que algumas pessoas têm de saber sobre a conduta sexual do outro, obviamente se este outro for presumivelmente homossexual. Será mesmo preciso revelar a sexualidade para se ter amizade? Será mesmo preciso revelar detalhes do passado para se relacionar?
A história de um relacionamento começa no momento do encontro, na primeira troca de olhares, a vida que cada um teve antes disso é a construção necessária para se chegar no relacionamento atual. Cada um vai revelando aquilo que acha importante. Se alguém não está preparado para ouvir, então é bom não perguntar.
Há uma questão importante que é o respeito ao outro, respeito ao ser que cada um de nós carrega e é. Lembra do telhado de vidro? Pois é, todo mundo tem ao menos uma telha de vidro em seu telhado, então não dá para jogar pedra no telhado do outro.
Abaixo vai a Ciranda da bailarina, do Chico Buarque, só para lembrar que todo mundo quer ser bailarina...
Procurando bem
Todo mundo tem pereba
Marca de bexiga ou vacina
E tem piriri, tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem
E não tem coceira
Verruga nem frieira
Nem falta de maneira
Ela não tem
Futucando bem
Todo mundo tem piolho
Ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem um irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem
Nem unha encardida
Nem dente com comida
Nem casca de ferida
Ela não tem
Não livra ninguém
Todo mundo tem remela
Quando acorda as seis da matina
Teve escarlatina
Ou tem febre amarela
Só a bailarina que não tem
Medo de subir, gente
Medo de cair, gente
Medo de vertigem
Quem não tem
Confessando bem
Todo mundo faz pecado
Logo assim que a missa termina
Todo mundo tem um primeiro namorado
Só a bailarina que não tem
Sujo atrás da orelha
Bigode de groselha
Calcinha um pouco velha
Ela não tem
O padre também
Pode até ficar vermelho
Se o vento levanta a batina
Reparando bem, todo mundo tem pentelho*
Só a bailarina que não tem
Sala sem mobília
Goteira na vasilha
Problema na família
Quem não tem
Procurando bem
Todo mundo tem...
sexta-feira, 13 de maio de 2011
ABAIXO OS LIVRO DE GRAMÁTICA

Tio Abdul* tem razão quando afirma que é o fim dos tempos, e a maior contribuição agora é do Ministério da Educação e Cultura, aprovando um livro para ser usado nas escolas em que defende a não necessidade do uso de algumas regras gramaticais. Sob a égide do uso adequado e inadequado na maneira como as pessoas usam a língua, coloca em circulação o livro “Por uma vida melhor” a ser distribuído nas escolas públicas.
Agora vale tudo, quero dizer, vale falar sem a menor preocupação com as regras gramaticais, posto que há uma crença entre alguns maus intérpretes do construtivismo ao afirmarem que aprende-se de qualquer jeito e depois aprende-se o correto, neste caso o adequado. “Laissez faire, laissez aller, laissez passer**”, ou simplesmente laisser faire, dando força a uma espécie de liberalismo onde vale o salve-se quem puder.
Em nosso país ser culto, erudito, ou apenas saber expressar-se passa a ser distante dos ideais reformistas de alguns poucos. Ao invés de ensinar o correto, opta-se pelo comum, chulu, alheio a qualquer regra. Para que servem as regras? A autora do livro, Heloisa Ramos disse, em uma entrevista mostrada em rede nacional, que defende o ensino plural, mas o “plural” não é respeitado em seu livro – desculpem-me o trocadilho. Em seu livro a autora diz que nossa língua admite, por exemplo, a colocação “os livro”, mas adverte que em algumas situações a pessoa pode sofrer preconceito linguistico.
Se estamos falando de adequado e inadequado, não seria melhor ensinar desde logo o adequado? Penso que em breve estaremos questionando se é mesmo necessário alfabetizar alguém...
No mundo de hoje em que os pais estão cada vez mais sem conseguir ensinar regras, agora mandam seus filhos para a escola e lá também não se aprendem mais regras, nem mesmo as gramaticais.
* Personagem da novela O Clone vivido por Sebastião Vasconcelos
** Termo francês muito utilizado, significando: deixe fazer, deixe ir, deixe passar
segunda-feira, 2 de maio de 2011
LER E PENSAR

Céu e Inferno
Cante uma canção para mim, você é um cantor
Faça-me uma maldade, você é um servidor do mal
O Demônio nunca é um criador
A menos que você conceda, você é um comprador
Então isto continua sem parar, é o Céu e o Inferno
Pois é
O amante da vida não é um pecador
O fim é apenas o começo
Quanto mais perto você chegar do significado
Mais cedo você saberá que você está sonhando
Então isto segue adiante, sem parar, sem parar
Sem parar, sem parar, o Céu e o Inferno
Eu posso dizer,
tolo, idiota!
Se isto parece ser real, é ilusão
Para cada momento da verdade, há confusão na vida
O amor pode ser visto como a resposta, mas ninguém sangra pelo dançarino
E assim segue, Sem parar, sem parar....
Eles dizem que a vida é um carrossel
Girando velozmente, você tem que saber montá-la
O mundo está cheio de Reis e Rainhas
Que cegam os seus olhos e roubam os seus sonhos
É o Céu e o Inferno, oh pois é
E eles irão te dizer que o preto é realmente branco
A lua é apenas o sol à noite
E quando você entra em salões de ouro
Você consegue segurar o ouro que cai
É o Céu e o Inferno, oh não!
Tolo, idiota!
Você tem que sangrar pelo dançarino
Tolo, idiota!
Procure a resposta
Tolo, tolo, idiota!
(tradução da letra Heaven and Hell de Ronnie James Dio, músico e vocalista do Black Sabbath, banda de Heavy Metal do final dos anos 60)
quarta-feira, 27 de abril de 2011
PARA ONDE VAMOS?

domingo, 10 de abril de 2011
CONSTERNAÇÃO

sábado, 2 de abril de 2011
NOVIDADE NA TV...
quarta-feira, 23 de março de 2011

sexta-feira, 11 de março de 2011
SOLIDARIEDADE
